CURTIR

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Revista Vivência

Olá, 
Retomamos contato consigo, sempre gratos e felizes por continuarmos juntos, desta vez com a finalidade de melhor informar-lhe a respeito da Vivência, a Revista Brasileira de Alcoólicos Anônimos.
Em circulação ininterrupta desde 1985, é carinhosamente chamada, entre nós, de reunião impressa e aberta ao público, pois traz, principalmente, relatos da diversidade de experiências de nossos membros em torno do programa de recuperação, princípios de convivência e de prestação de serviço em A.A.
Além disso, sempre publicamos artigos assinados por profissionais, igualmente relacionados às temáticas do alcoolismo e do nosso movimento (história e funcionamento de A.A., relatos sobre ações de cooperação com instituições). E, desde 2017, cada edição tem trazido uma entrevista exclusiva com AAmigos não alcoólicos que atuam profissionalmente em inúmeros campos de atividade social.
Sua única finalidade é transmitir a mensagem de Alcoólicos Anônimos numa escala maior que a das abordagens interpessoais.
A revista tem características similares às de suas congêneres em algumas dezenas de países nos quais Alcoólicos Anônimos opera: revistas Grapevine La Viña (EUA/Canadá), Plenitud (México), Partage (França), A.A. Dach (Países de língua alemã), The Road Back (Irlanda), Partilhar (Portugal) e inúmeras outras.
Gostaríamos de salientar que, eventualmente, coletâneas de artigos publicados nestas revistas são lançadas em novos títulos da literatura oficial de A.A. nos respectivos países, como atualizações da experiência acumulada dos membros de A.A. de distintas gerações e/ou períodos históricos, refletindo a evolução da própria Irmandade ao longo dos séculos XX e XXI — o que significa que A.A. tem-se adaptado, não só à cultura de cada país, mas também aos díspares contextos econômicos, políticos e sociais subsequentes aos anos 1930, até os dias atuais.
Assim, consideramos os conteúdos da revista atemporais; de fato, nossa experiência reiteradamente mostra queao circular na sociedade, Vivência atrai alcoólicos aos nossos grupos, pois o processo de identificação que costuma acontecer na abordagem entre um membro de A.A. e um alcoólico desejoso de parar de sofrer acontece, igualmente, por meio da simples leitura da revista, como o atestam centenas de relatos nas reuniões de nossos grupos, quer sejam os próprios alcoólicos, quer sejam familiares, empregadores e amigos que, após a leitura, buscam informações que, de algum modo, acabam alcançando os bebedores-problema.
Por conta desse aspecto, oferecer exemplares da revista em salas de espera de unidades de saúde e consultórios; bibliotecas de escolas, universidades, instituições de tratamento e penais; estações e vagões de trem, ônibus, metrô, dentre outros locais, são iniciativas que têm mostrado resultados interessantes — os quais não mensuramos, apenas observamos empiricamente em nossas reuniões. O uso do acervo da revista como fonte de pesquisa em trabalhos de conclusão de curso por estudantes de graduação, e como material didático para adolescentes, jovens e adultos do ensino médio e superior, são outras ações positivas já reportadas a nós.
Atualmente, a Vivência tem periodicidade bimestral e 64 páginas, em cores e p/b; possui cerca de 6.000 assinantes no país, alcoólicos e não alcoólicos, nas modalidades impressa e online — esta última podendo ser acessada pelo site www.revistavivencia.org.br, o qual oferece informações e funcionalidades interativas e onde também é possível acessar livremente parte do conteúdo de cada nova edição — assim, se for do seu interesse, com alegria lhe convidamos para navegar e familiarizar-se com nossa revista.
Exemplares avulsos de diferentes edições podem ser adquiridos em nossos 80 Escritórios de Serviços Locais pelo país, em inúmeros de nossos grupos e em nossa Loja Virtual (www.aa.org.br/loja). E, em nossa sede nacional, no bairro do Tatuapé, em São Paulo (SP), dispomos de duas coleções completas para consultas in loco.
Por fim, informamos que, no Brasil, já lançamos três coletâneas de artigos publicados na Vivência, reunidas em dois livros e um livreto: Compartilhando a sobriedade (depoimentos de membros de A.A. em geral); Colcha de Retalhos (depoimentos de mulheres alcoólicas em A.A.) e Cooperar Sempre (artigos assinados por profissionais sobre experiências de cooperação, princípios e funcionamento de A.A.).
Gratos por continuar conosco, permanecemos à disposição,
Fraternamente,
Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos do Brasil
JUNAAB




Av. Padre Antonio de Sá. 116 ; Tatuapé - São Paulo - São Paulo - 03316;970

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Viemos a acreditar que sozinhos éramos impotentes perante o álcool.

"Como alcoólicos ativos, perdemos a capacidade de escolher se beberíamos ou não. Éramos vítimas de uma compulsão que parecia determinar que deveríamos prosseguir em nossa própria destruição".
"No entanto, finalmente, fizemos escolhas que nos levaram à recuperação. Viemos a acreditar que sozinhos éramos impotentes perante o álcool. Isso foi certamente uma escolha, aliás, muito difícil. Viemos a acreditar que um Poder Superior poderia nos devolver a sanidade, quando nos dispusemos a praticar os Doze Passos de A.A.". "Em resumo, preferimos 'estar dispostos', e essa foi a melhor escolha que poderíamos ter feito".
Bill W.  1966
Tradução livre:
"Nas minhas poucas vinte e quatro horas em AA, pude experimentar, em minha própria carne, a satisfação que vem de viver em paz, vivendo e aproveitando o momento e esquecendo meu passado."

Parte da literatura de AA







sexta-feira, 12 de julho de 2019

Mais um dia Livre! Obrigado...



Resultado de imagem para AA

O grupo e a ampla comunidade mundial
No momento em que o trabalho do Décimo Segundo Passo forma um grupo, uma descoberta é feita – que a maioria dos indivíduos não consegue se recuperar, se não houver um grupo. Surge a compreensão de que cada membro é apenas uma pequena parte de um grande todo; de que nenhum sacrifício pessoal é grande demais para a preservação da Irmandade. Ele aprende que o clamor dos desejos e ambições interiores deve ser silenciado, sempre que possa prejudicar o grupo.
Torna-se claro que o grupo precisa sobreviver para que o indivíduo não pereça.
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