CURTIR

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A força nascendo da fraqueza


Pode-se perceber, com nitidez, que nos tempos atuais a tecnologia que desponta se apresenta como uma nova divindade. Uma tecnologia fascinante que aproxima pessoas e eventos distantes, mas que por vezes separa aqueles que estão próximos. Um paradoxo contemporâneo que já nos habituamos como um reflexo da modernidade ou como algo muito normal.
Cada vez mais as máquinas se tornam interativas e o contato pessoal mais distante. O perverso e doentio desta nova ideologia é que somos levados a aceitar como naturais e verdadeiros os valores que estão nos objetos externos.
Observamos que dentro do atual espírito consumista os remédios compensam qualquer dificuldade, as drogas e o álcool substituem o contato e o conforto humano. Pois é justamente o contato interpessoal, esta relação intersubjetiva, que se constitui, em Alcoólicos Anônimos a base de nossa recuperação.
Pode-se, em principio, ter a impressão que a nossa Irmandade está na contramão da história, quando na realidade é a sociedade atual que se encontra na contramão do bom senso e da sanidade. A nossa época já foi definida por um historiador como a “Era do Narcisismo”. Uma sociedade de pessoas egocêntricas e solitárias.
Na minha vida o alcoolismo se tornou um mergulho para dentro de mim mesmo, não com o sentido de reflexão e autoconhecimento, mas com a característica de isolamento e solidão.
Eu me sentia em constante contraste com a sociedade de um modo geral. Era antes de tudo um solitário limitado pelas minhas próprias contradições. Tinha uma personalidade em constante conflito comigo mesmo e com o outro e desta forma o álcool se tornou um anestésico para camuflar esta realidade e uma muleta para compensar minhas inadequações.
Havia me tornado um ser atormentado por desejos ardentes e tristes pesares. Sentia, diante da vida, uma fraqueza, sem força para me reerguer.
Meu ingresso em Alcoólicos Anônimos possibilitou-me verdadeira transformação na situação em que me encontrava. Da fraqueza nasceu a força que tanto necessitava através do acolhimento e carinho tão característicos em quaisquer grupos de A.A., os quais me encantaram desde o primeiro momento.
Percebi que se tratava de uma Irmandade muito especial. Um grupo com um propósito comum no qual aprendi a conviver com o outro. A conviver com as diferenças. As diferenças que caracterizam uma sociedade verdadeiramente democrática. Convivemos com diferentes pessoas respeitando os seus respectivos valores e suas maneiras próprias de encarar a vida.
Em A.A. temos a oportunidade de conhecer pessoas diversas, com personalidades distintas, com experiências alcoólicas bastante pessoais, mas que almejam um único objetivo comum: a libertação de servidão que o alcoolismo impõe.
Como Dr. Bob ressaltou: “O álcool é um grande nivelador de pessoas e A.A. também.” Nossa quinta tradição estabelece que A.A. tem um único propósito primordial o de transmitir sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.
Bill declara em um artigo de 1946: “O primeiro registro por escrito da experiência de A.A. foi o livro Alcoólicos Anônimos, que abordou o âmago do nosso maior problema a libertação da obsessão pelo álcool”.
A questão que se põe, no entanto é: Qual é a função primordial do hábito de beber de forma obsessiva?
Antes de obter o prazer, a finalidade principal é a de evitar em pensar e a de evitar o sofrimento. O Alcoolismo é então uma tentativa de não sentir a dor existencial. É uma negação da própria condição humana.
É compreensível, portanto que o alcoólico ao negar, em principio, seu próprio alcoolismo expresse, de forma subjacente, uma fragilidade e um temor ao sofrimento, um sofrimento que no meu caso antecedeu o hábito de beber. Percebendo este quadro senti a necessidade de entrar em ação para reverter aquele ciclo vicioso. Precisava adquirir uma força partindo da minha própria fraqueza.
De inicio uma noção da realidade: a consciência da impotência diante da obsessão pelo álcool e a aceitação de que apesar de ser uma doença incurável é perfeitamente tratável, podendo, portanto ficar inteiramente sob controle.
E assim, a partir do Primeiro Passo, adquiri a força necessária seguindo as sugestões do mesmo.
Vivo o presente dentro do plano pessoal faço uma releitura do passado tentando tirar o melhor proveito das circunstâncias, ainda que adversas.
Esta atitude permite nortear a minha ação em uma base segura para o futuro.
Enfim, passado, presente e futuro podem ser vivenciados dentro do plano das 24 horas. É um plano simples e singelo, mas que funciona.
Como sempre é enfatizado em nossas reuniões: “Basta fazer certo que dá certo”.


Richard/Rio de Janeiro/R.J.                     Vivência nº111 – Janeiro/Fevereiro/ 2008.                Colaboração, Grupo Carmo Sion de AA

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A ambição pessoal não tem lugar em A.A.

 

"Amigos se afastaram, perdi um casamento que tinha chances de ser saudável, perdi o melhor emprego que tive; Perdi totalmente o domínio da minha vida"!
Desde que me dediquei profundamente a assistir reuniões diárias em A.A. e a realmente reconhecer a natureza exata das minhas falhas deparei-me com a confirmação da perversa ambição que alimentara meus vinte anos de alcoolismo.

As idéias nas quais acreditava me ditavam que a felicidade deveria estar nas coisas fora de mim, tais como posição profissional, carro, casa de campo e claro, nas garrafas de bebidas importadas que habitavam meus sonhos grandiosos.

Assim percorri a trilha do sucesso, atropelando valores de boa conduta, manipulando colegas de trabalho, sendo desonesta, roubando e destruindo códigos morais e espirituais.
Minha personalidade começou a se deformar aos 13 anos, quando iniciei a bebedeira e então, além dos porres alcoólicos, eu tinha os porres do sucesso. Minha ambição sempre me levou ao topo e quando lá chegava, tornava-me uma pessoa insuportável, tamanha a arrogância e a grandiosidade. Fazia dos meus colegas de trabalho os meus súditos. Mostrava-me empenhada e dedicada aos meus chefes e, ao garantir a confiança deles, praticava atrocidades perversas. Eu trazia comigo uma visão tão deturpada de mim mesma que considerava serem as minhas necessidades as mais importantes de toda a humanidade.
Depois de conquistar o poder, tornava-me ainda mais insaciável e terrivelmente ambiciosa. Era tão escrava da minha ambição que esquecia até mesmo de investir o dinheiro que ganhava em projetos duradouros, gastando-o em superficialidades, alegando que a felicidade citada anteriormente já estaria reservada para mim, sem qualquer sacrifício. Ela cairia do céu, assim que eu ordenasse. Eu realmente acreditava nisso.
O final da minha ativa me trouxe o resultado da minha ambição pessoal: nada foi construído material ou afetivamente. Tornei-me uma alcoólica totalmente isolada no meu egocentrismo. Amigos se afastaram, perdi um casamento que tinha chances de ser saudável, perdi o melhor emprego da minha vida, além de ter a faculdade interrompida. Resumindo: Perdi totalmente o domínio da minha vida.
Quando me rendi ao Programa de A.A., vi o quanto precisava para me modificar internamente e não apenas tampar a garrafa. No início, contentava-me com o fato de estar conseguindo evitar o primeiro gole, mas sabia da necessidade da transformação profunda.
Cheguei querendo os mesmos reconhecimentos que obtive na ativa, contudo não os obtive em A.A., graças à sobriedade de companheiros antigos que me alertaram para o cuidado que deveria ter sobre minha prepotência, pois ela me faria voltar a beber, caso eu a alimentasse.
Os mais antigos me ensinaram que para haver de fato uma reformulação de vida, eu deveria encontrar o sucesso na minha derrota, ou seja, na admissão da minha impotência perante o álcool e não esperar louros e aplausos pelos títulos lá de fora, tão bem guardados pela minha vaidade.
Assim venho caminhando a recuperação, onde me coloco em estado de alerta todas as vezes que meu ego se inflama ao ser elogiada por algumas atitudes positivas dentro do grupo ou quando meu depoimento é citado como referência durante uma reunião. Só eu sei onde os elogios me levaram um dia e para esse lugar insano que eu não quero mais voltar. Renuncio as glórias e as ambições desgovernadas, só por hoje.
Aprendi a ter coragem para modificar as coisas que posso, por mais agradáveis que pareçam. Meu alcoolismo foi alimentado por coisas agradáveis e fáceis e por isso tornei-me uma pessoa mimada e imatura. Sei que se eu continuar colocando à frente os meus instintos desvirtuados, acabarei indo ao primeiro gole e farei da minha vida uma maratona até a morte.
É vital para minha recuperação que além de evitar o primeiro gole, eu também evite a ambição pessoal que me fez escrava dos meus caprichos.
A.A. é o único caminho onde percebo claramente que não há espaço para a ambição pessoal, haja vista a reunião de serviços, sempre pautada em atender a decisão da consciência coletiva; visando o bem estar comum, fortalecendo o propósito comum de uma irmandade que existe desde 1935, lapidando personalidades destruídas pelo álcool e contribuindo assim, não só para o crescimento individual de seus membros, como também para que nos tornemos pessoas construtivas na sociedade em que vivemos."
Juliana/Rio de Janeiro/RJ
Quando me rendi ao Programa de A.A., vi o quanto precisava para me modificar internamente e não apenas tampar a garrafa.


Vivência nº 106 – Mar./Abr. – 2007                  Colaboração, Grupo Carmo Sion de AA Belo Horizonte/MG

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Devagar com o Andor - por Bill W.

 

Alcoólicos Anônimos não é uma religião, nem um tratamento médico, tampouco pretende alguma perícia quanto às motivações inconscientes do comportamento humano. Essas são realidades que freqüentemente esquecemos. Aqui e acolá, ouvimos membros proclamarem que A.A. é uma nova e grande religião. Além disso, temos a tendência de menosprezar o suporte da medicina. O fato da psiquiatria não ter conseguido, ainda, levar à sobriedade muitos alcoólatras, nos inclina a falar dessa profissão com palavras nada agradáveis. Uma vez mais, esquecemos que devemos a nossa própria existência à religião e às artes médicas. Na formação de seus princípios e posturas fundamentais, A.A. se apropriou muito desses recursos. Eram nossos amigos, sobretudo, os que nos facilitavam os princípios e posturas que hoje nos permitem viver e progredir. Por isso, todos devemos reconhecer o grande mérito desses amigos. Conquanto seja verdade que nós, os bêbados, criamos Alcoólicos Anônimos, outras pessoas nos proporcionaram todos os ingredientes básicos. Nesse caso, em especial, nossa máxima deve ser:"Sejamos amistosos com os nossos amigos".

A história da raça humana nos ensina que quase todos os grupos de homens e mulheres tendem, com o tempo, a ser dogmáticos; suas crenças e costumes vão se cristalizando e, às vezes, acabam se tornando rígidos. Essa é uma evolução natural e praticamente inevitável. Todo mundo, é claro, deve obedecer a voz de suas convicções. E nós, AAs, não constituímos uma exceção. Ademais, todos devem ter o direito de expressar suas convicções. Este é um bom princípio e um dogma salutar. Porém, o dogma também tem suas desvantagens. Pelo fato de termos algumas convicções que nos dão bons resultados, acreditamos que temos toda a verdade. Se permitirmos que se manifeste esse tipo de arrogância, forçosamente acabamos procurando nos impor, exigindo que as pessoas estejam de acordo conosco. Atribuímos nossas convicções a Deus e isso não é um dogma salutar. É um dogma insano. Ao incorrermos nesse erro, o efeito em nós pode ser devastador.

Temos, a cada ano, dezenas de milhares de recém-chegados. Representam quase todas as crenças e posturas que possamos imaginar. Temos ateus e agnósticos. Temos gente de quase todas as raças, culturas e religiões. Pressupõe-se que em A.A. estamos vinculados por uma afinidade derivada do nosso sofrimento comum. Portanto, devemos considerar de suma importância a liberdade incondicional da adesão a qualquer crença, teoria ou terapia. Por conseguinte, nunca devemos tentar impor a ninguém nossas opiniões pessoais ou coletivas. Devemos ter, uns pelos outros, o respeito e o amor que cada um ser humano merece à medida que se esforça para aproximar-se da luz. Tentemos sempre ser inclusivos e não exclusivos. Tenhamos sempre presente que todos os nossos companheiros alcoólicos são membros de A.A enquanto assim o disserem.

Alguns dos perigos mais notórios que nos ameaçam sempre terão a ver com o dinheiro, com as controvérsias internas e com a tentação perene de buscar descabeladamente, tanto no mundo exterior quanto dentro de nossa Comunidade, as honras, o prestígio e o poder. Hoje vemos o mundo desgarrado por forças insubmissas. Como bebedores, temos sido mais suscetíveis do que as demais pessoas a essas formas de destruição. Por essa experiência, graças a Deus, temos - e espero que prossigamos tendo - uma clara e profunda conscientização de nossa responsabilidade de melhorar.

Entretanto, não devemos deixar que o temor que sentimos diante dessas forças nos engane, de maneira que fiquemos inventando justificações absurdas. O medo de acumular riqueza ou de montar uma torpe burocracia, não deve servir de pretexto para não cobrir nossos legítimos pasto de serviço. O temor à controvérsia não deve causar que, quando surgir a necessidade de um debate aquentado e uma ação resoluta, nossos líderes se comportem com timidez. Tampouco deve o temor pelo acúmulo de prestígio e poder impedir-nos de conceder a nossos fieis servidores a autoridade apropriada para atuar por nós.

Não temamos jamais as mudanças necessárias. Naturalmente, teremos que saber distinguir entre as mudanças que conduzem à melhoria e as mudanças que nos levam de mal a pior. Quando se faz bem evidente a necessidade de mudar, pessoalmente, no grupo ou em A.A. como um todo, já faz tempo que nos demos conta de que não podemos permanecer quietos e fazer vista grossa. A essência de todo progresso é a boa disposição para fazer as mudanças que conduzem ao melhor e, em seguida, a resolução de aceitar quaisquer responsabilidades que advenham dessas mudanças.

Para concluir, vale comentar que, na maioria dos aspectos de nossa vida, nós, AAs, temos podido fazer progressos substanciais quanto à nossa vontade e à nossa capacidade para aceitar, e cumprir, as nossas responsabilidades (...).

Ao dar uma olhada no futuro, vemos claramente que uma boa vontade cada vez mais profunda será a chave do progresso que Deus espera que façamos na medida em que caminhemos até o destino que Ele nos tem reservado.


(Artigo escrito por Bill W. para a Grapevine de julho de 1965

Colaboração, Grupo Carmo Sion de AA

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

GRUPO UNIÃO 25 ANOS TRANSMITINDO A MENSAGEM DE AA



ENCONTRO DAS MULHERES



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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)


Fwd: AONDE ENCONTRAR UM GRUPO DE A.A.

Para isto, precisamos estar com endereços atualizados!

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: JUNAAB - Escritório de Serviços Gerais <cati@alcoolicosanonimos.org.br>
Data: 11 de outubro de 2012 09:26
Assunto: AONDE ENCONTRAR UM GRUPO DE A.A.
Para: grupodeaa.aracas@gmail.com


 
Olá Grupo De AA

O maior CTO que temos hoje em A.A. é a nossa página na Internet. São dezenas de milhares de novos companheiros, que chegam aos Grupos, encontrando o endereço em nosso Site. O seu grupos já está cadastrado?

  • Visitas nos últimos 12 meses: 257.748
  • Mensagens recebidas pelo Fale Conosco: 29.187
  • Páginas mais vistas nos últimos 12 meses:
    • Os Doze Passos 72.453
    • Localização de Grupos 69.154
  • Visualizações de página total nos últimos 12 meses: 814.117
  • Páginas/visita - média: 3,16
  • Duração média da visita: 00:03:33

IMPORTANTE - O Cadastramento dos Grupos é realizado pelas suas próprias Áreas, caso constate que um grupo não está cadastrado ou que os dados cadastrados estão errados, entre em contato com a Área informando as divergências encontradas, isso pode ser feito diretamente ou através do RSG de seu Grupo no Distrito. Repasse esta informação.


Grupos de A.A.

1- Grupos de A.A. no Brasil - Relação Oficial
grupos
2 - You are not alone
 
nav
3 - Grupos em torno de um ponto selecionado no mapa.
local

1 - Relação de Grupos por Estado/Cidade aonde eles existem.

2 - Locais ainde acontecem reuniões em outros idiomas.

3 - Encontre Grupos de A.A. no entorno de uma localidade qualquer:

É possível a visualização de grupos num raio de 5km, 10km, 15km, 20km, 30km e 50km a partir da localidade pré-definida.
  1. O mapa é aberto centralizado em Brasília, DF, a uma distância suficiente para ver a maior parte do Brasil.
  2. Você pode posicionar o marcador no mapa de 3 formas diferentes:
    1. Digite o endereço e pressione ENTER, ou clique na lupa à direita da caixa de endereço.
    2. Clique no menu 'Atalho', e selecione um dos Estados do Brasil. O mapa será centralizado na Capital.
    3. Arraste o marcador vermelho para a posição desejada.
  3. Para exibir os grupos em torno do marcador, selecione a distância na caixa de listagem com o texto "Exibir grupos próximos ...".
  4. Ao exibir os grupos, o zoom é ajustado de acordo com a distância selecionada, aproximando ou afastando o mapa para exibir todos os grupos encontrados.
  5. Os marcadores azuis, que apontam os grupos, são removidos do mapa quando você seleciona um novo endereço (não ocorre quando você arrasta o marcador vermelho), ou quando você aciona uma nova localização de grupos em torno de um ponto.
  6. Se você clicar em um marcador de grupo -- azul -- verá um painel com informações de endereçamento e horário de reuniões.

Também é possível fazer uma busca por nome, cidade, endereço e outros dados identificatórios.

Saudações
CATI-JUNAAB








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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)