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sexta-feira, 8 de junho de 2012

quarta-feira, 6 de junho de 2012

CULTIVANDO TOLERÂNCIA (Dr. Bob)

CULTIVANDO TOLERÂNCIA (Dr. Bob)

Durante nove anos em A.A., tenho observado que aqueles que seguem o programa de Alcoólicos Anônimos
com maior seriedade e zelo, não apenas mantém a sobriedade, mas freqüentemente adquirem melhores
características e atitudes. Uma delas é a tolerância. A tolerância se manifesta em uma variedade de
formas: na gentileza e consideração para com o homem ou a mulher que estão apenas começando a
 marcha ao longo do caminho espiritual; na compreensão com aqueles que talvez tenham sido menos
 afortunados nas vantagens educacionais; e na simpatia com aqueles cujas idéias religiosas parecem
ser bastante diferentes das nossas.

Com relação a isso, recordo-me da figura de um cubo de roda com seus respectivos raios. Todos nós
começamos pelo lado de fora da circunferência e nos aproximamos de nossos destinos por um dos
 vários caminhos. Dizer que um dos raios é muito melhor que todos os outros, é verdadeiro apenas
no sentido dele nos servir melhor, como indivíduos. A natureza humana é tal, que sem nenhum grau
de tolerância, cada um de nós poderia estar inclinado a acreditar que encontramos o melhor, ou talvez
 o mais curto.
Sem alguma tolerância, poderíamos tender a nos tornar um pouco presunçosos ou superiores - o
 que, naturalmente, não é útil à pessoa que estamos tentando ajudar e pode ser doloroso ou detestável
 para outras. Nenhum de nós deseja fazer algo que possa ser empecilho à evolução de um outro - e
uma atitude protetora pode imediatamente retardar esse processo.

A tolerância fornece, como um subproduto, uma maior libertação da tendência de se apegar a idéias
 preconcebidas e, obstinadamente, a radicalismos. Em outras palavras, ela, quase sempre, proporciona
uma abertura de mente que é imensamente importante - é, de fato, o pré-requisito para um final bem
sucedido em qualquer linha de busca, seja ela científica ou espiritual.

Eis, portanto, algumas das razões pelas quais um esforço para obter tolerância deve ser feito por todos nós.


(Best Of The Grapevine, páginas 49 e 50, jul.44)

(VIVÊNCIA nº 41 - maio/junho 96) - Colaboração Grupo Carmo Sion de BH-MG
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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A MÁSCARA CAIU NO 1° ENCONTRO

"Eu me preocupava com ele e, no entanto eu também sou alcoólica."MSCARA~1
Foi numa terça-feira, 19:30h cheguei meio sem saber o que esperar, aliás, eu tinha minhas próprias idéias do que encontraria, mas nem de longe poderia imaginar as coisas que eu veria e sentiria naquela noite.
Fui para levar meu marido, porque "ele" era um alcoólico, "ele" não sabia beber, "ele" tinha que parar, "ele" só me fazia sofrer, enfim, todas as dores, amarguras e frustrações que eu tinha na vida, eram culpa dele.
Eu sempre fui tão boa para ele, sacrifiquei meus sonhos, minha individualidade, juventude e liberdade, em nome de um casamento falido e de um homem que não me merecia, nem me dava valor. Esses eram meus reais sentimentos.
Pensava que Alcoólicos Anônimos era algo extremamente machista, cheio de homens humilhados, derrotados e infelizes porque não podiam beber; que já haviam causado tanto sofrimento, que somente juntos poderiam suportar a dor da culpa que carregariam para o resto de suas miseráveis vidas.
Mas não foi isso que eu vi.
Para começar, dei de cara com uma mulher coordenando a reunião, o que me pareceu bastante estranho, mas logo pensei: "Claro, só mesmo uma mulher para suportar um monte de bêbados arrependidos". Percebi que todos estavam arrumados, decentemente vestidos; a sala era aconchegante, e o clima... bem, o clima era para mim, no mínimo, suspeito.
Porém o que mais me intrigou foi o fato de estarem todos alegres; pareciam realmente felizes e satisfeitos por estarem ali, e mais ainda com a nossa presença; sorriam e nos cumprimentavam com visível satisfação, nos deixando muito à vontade.
Eu tinha vontade de gritar-lhes: "Ei, o bebão aqui é ele, não eu". Entretanto, estava certa de que isso era tão legível como se uma enorme placa estivesse pendurada em meu pescoço.
Então começou a reunião. Desde o primeiro depoimento, senti que algo estava acontecendo dentro de mim. Senti calor, medo, vergonha, vontade de ir embora, sair dali o mais rápido possível; era o que a minha cabeça dizia, mas meu corpo não obedecia, meu coração batia descompassado e por um momento achei que todos olhavam para mim e sabiam de todos os meus "pecados".
De repente, esqueci-me do motivo que me levou até ali, ouvia atentamente o que um companheiro dizia, e era como se estivesse em frente a um espelho vendo minha própria imagem, ouvindo minha própria voz.
Pela primeira vez, tive coragem de olhar para dentro de mim verdadeiramente e a máscara caiu. Eu era uma alcoólica, não era capaz de controlar meu modo de beber, e o que mais me doeu: tinha causado sofrimento a mim e a outros, inclusive àquele a quem eu de tudo culpava.
Pânico. Essa palavra resume o sentimento que me veio a seguir.
Deram-me café, cercaram-me de carinho e atenção e eu senti que os amava; não os via mais como bêbados derrotados e infelizes; eram alcoólicos em recuperação, corajosos, determinados, vencedores de uma luta diária, contra uma doença chamada alcoolismo.
Eu queria ser como eles, precisava disso, não podia mais mentir para mim mesma, não sabia o que dizer nem o que fazer. Então estenderam-me a mão e disseram-me que tudo seria diferente se eu quisesse, e graças ao meu Poder Superior, eu quis.
Jamais irei esquecer aquela noite. Já se passou um ano e mais algumas 24 horas. Não me preocupo com quantos anos mais virão; o que realmente importa é poder estar aqui hoje, alcoólica em recuperação diária; compartilhar com meus companheiros a alegria de cada momento, e também as tristezas.
"Vivo e deixo Viver", pois a vida é feita de muitos momentos, e o que faz a diferença é como nos preparamos para eles; não tenho que me preocupar com a vida dos outros e sim, com a minha.
Tudo isso eu devo a Alcoólicos Anônimos e aos meus companheiros.
Tudo é maravilhoso, porém frágil, como frágil é a própria vida, é preciso estar vigilante, perseverante nos meus propósitos para que não me desvie deles.
Espero que este meu sincero depoimento, possa-lhes ser útil e parabéns por esta Revista tão bem feita e tão agradável de ser lida. Esta é a minha humilde contribuição.
(Cristina, Blumenau / SC)        VIVÊNCIA N.° 93 – Jan/Fev 2005    - Colaboração Grupo Carmo Sion de BH-MG

domingo, 3 de junho de 2012

ENCONTRO EM LINHARES - 40 ANOS DE AA NO ES.



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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

NÃO SE ARRISQUE, EVITE O PRIMEIRO GOLE E FREQUENTE AS REUNIÕES.



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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Alcoólicos Anônimos - Uma Solução Disponível

"O alcoolismo é uma doença que a família esconde, o dependente nega e a sociedade condena".
Essa frase, dita por um alcoólico em recuperação que há 11 anos frequenta o A.A – Alcoólicos Anônimos - ,
sintetiza toda a problemática que envolve milhares de pessoas que carregam consigo a doença do alcoolismo.
E quando esse hábito se torna uma doença, a quem recorrer? É possível se livrar deste vício sozinho?
Segundo os alcoólicos em recuperação que frequentam as reuniões de A.A., certamente não!
Qualquer que seja a linha de pensamento seguida pelos profissionais da saúde física e mental em relação ao tratamento
e recuperação de pessoas que tenham desenvolvido dependência de substâncias psicoativas, dentre elas o álcool,
  ninguém duvida da importância dos grupos de mútua ajuda para a efetiva eficácia de seu trabalho e redução significativa das recaídas.
Desses grupos, os mais conhecidos, organizados e disponíveis para a comunidade como um todo são os das irmandades anônimas,
 baseadas no programa desenvolvido por Alcoólicos Anônimos, a mais antiga delas.
O texto completo, você encontra no nosso blog: http://www.grupodeaaaracas.blogspot.com.br/



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Alcoólicos Anônimos - Uma Solução Disponível

 
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"O alcoolismo é uma doença que a família esconde, o dependente nega e a sociedade condena”.
Essa frase, dita por um alcoólico em recuperação que há 11 anos frequenta o A.A – Alcoólicos Anônimos - , sintetiza toda a problemática que envolve milhares de pessoas que carregam consigo a doença do alcoolismo.
Embora ainda seja visto por muitos como um vício, a OMS – Organização Mundial da Saúde, já definiu o alcoolismo como uma doença. Doença esta que leva à morte de várias formas, não só pelo consumo excessivo do álcool que é totalmente prejudicial à saúde, mas também pelo fato e muitas vezes ser ele o grande responsável por diversos casos de violência doméstica e maus-tratos infantis. Além disso, uma pessoa que dirige alcoolizada coloca sua vida em risco e a de outras pessoas. A instituição da Lei Seca, em junho de 2008, foi um importante passo para ajudar a diminuir os acidentes e mortes no trânsito, mas é preciso que cada pessoa se conscientize que álcool e direção definitivamente não combinam, pois o número de pessoas dirigindo alcoolizadas voltaram a subir, segundo o Mistério da Saúde.
A OMS estima que existam cerca de 2 bilhões de pessoas consumindo bebidas alcoólicas em todo o mundo e 76,3 milhões, com diagnóstico de transtornos de uso de álcool.
Segundo dados do Ministério da Saúde analisados entre 2000 e 2006 a taxa de mortalidade por doenças associadas ao alcoolismo no Brasil subiu de 10,7 para 12,64 óbitos por 100 mil habitantes em seis anos e os especialistas acreditam que o número de mortes pode ser ainda maior.
Em pesquisa divulgada este ano pelo Vigitel - Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, realizada pelo Ministério da Saúde, por amostragem com 54 mil pessoas residentes nas capitais e Distrito Federal, as informações sobre o consumo abusivo de álcool comprovam esta tendência de crescimento.
Em 2008, 19% declararam ter consumido álcool de forma abusiva em alguma ocasião nos últimos 30 dias. Em 2007, foram 17,5%; em 2006, primeiro ano do Vigitel, foram 16,1%. O consumo é mais frequente em faixas etárias mais jovens – alcançando 30% dos homens e 10% das mulheres entre 18 e 44 anos.
De acordo levantamentos do Vigitel 2008, o percentual de consumo abusivo de álcool para o sexo masculino é de 29% dos entrevistados, 10 pontos percentuais acima da média nacional (19%) e três vezes maior do que o registrado entre as mulheres (10,5%). De acordo com o estudo, o percentual de consumo abusivo de álcool entre homens em 2008 foi o maior desde 2006, quando teve início o Vigitel. Há três anos, 25,3% dos homens entrevistados afirmaram ter consumido abusivamente o álcool, contra 27,2% (2007) e 29% (2008).
As mulheres também estão bebendo mais. Em 2008, o percentual de consumo abusivo de álcool foi de 10,5%, contra 9,3% em 2007 e 8,1% em 2006. Outro dado preocupante da pesquisa mostra que os brasileiros voltaram a beber e dirigir com mais frequência nos últimos meses de 2008 em relação aos primeiros meses da Lei Seca, e reverteu a tendência inicial de queda verificada pelo Ministério da Saúde. Nos meses de julho, agosto, setembro e outubro do ano passado, os percentuais de pessoas que afirmaram ter consumido álcool de forma abusiva e ter dirigido depois foram de 1,3%, 0,9%, 1,2%, 1,2%, respectivamente. Em novembro e dezembro, os percentuais saltaram para 2,1% e 2,6%, dados bastante elevados em relação aos meses anteriores. Todas essas pesquisas demonstram que o consumo do álcool é cada vez maior.
E quando esse hábito se torna uma doença, a quem recorrer? É possível se livrar deste vício sozinho? Segundo os alcoólicos em recuperação que frequentam as reuniões de A.A., certamente não!
Qualquer que seja a linha de pensamento seguida pelos profissionais da saúde física e mental em relação ao tratamento e recuperação de pessoas que tenham desenvolvido dependência de substâncias psicoativas, dentre elas o álcool, ninguém duvida da importância dos grupos de mútua ajuda para a efetiva eficácia de seu trabalho e redução significativa das recaídas.
Desses grupos, os mais conhecidos, organizados e disponíveis para a comunidade como um todo são os das irmandades anônimas, baseadas no programa desenvolvido por Alcoólicos Anônimos, a mais antiga delas.
Alcoólicos Anônimos, ou A.A., é uma irmandade mundial, presente em mais de 150 países, atualmente com cerca de 2,5 milhões de integrantes, todos portadores da doença do alcoolismo, que utilizam seu programa de recuperação para se manterem sóbrios e ajudarem outras pessoas que tenham problemas com a bebida e queiram se livrar dela. O único requisito para tornar-se membro da irmandade é o desejo de parar de beber, mas nem sempre é fácil para o alcoólico procurar ajuda no A.A., pois ainda existe muito preconceito por parte da sociedade e da própria pessoa que passa pelo problema.
“Existe um preconceito de uma maneira em geral porque alcoólico ou alcoolismo é uma palavra pejorativa. Eu mesmo quando fui procurar o A.A. tinha vergonha. Eu não tinha vergonha que as pessoas me vissem caindo, saindo dos botecos, chegando em casa bêbado, gritando, mas tinha vergonha que as pessoas me vissem entrando numa sala de A.A.”, conta nosso entrevistado em recuperação, que hoje se dedica a ajudar outros alcoólicos durante as reuniões de A.A. que frequenta há 11 anos.
O A.A. nasceu na cidade de Akron, Ohio, nos Estados Unidos, em junho de 1935 quando um corretor da Bolsa de New York conhecido por Bill W. e o Dr. Bob, ambos alcoólicos, com suas vidas já comprometidas pela doença, descobriram que compartilhando os problemas decorrentes de sua situação comum ficava muito mais fácil manter a abstinência total do álcool, única chance de recuperação, pois mesmo que o alcoólico passe por longos períodos de abstinência basta um único gole para desenfrear a compulsão.
“Eu achava que era um safado, um sem vergonha que não tinha força de vontade de parar de beber, até conhecer o A.A., onde percebi que o alcoolismo é uma doença: a terceira doença que mais mata no mundo”. Por diversas vezes nosso entrevistado disse que tentou parar de beber sozinho, mas tinha recaídas e só conseguiu atingir este objetivo quando começou a acompanhar as reuniões de A.A.
Nas reuniões de A.A., os depoimentos são bastante fortes, as pessoas contam a vida delas e como conheceram o AA. Quando chega uma pessoa nova na irmandade, os demais membros fazem o depoimento voltado para aquela pessoa, contando sua história, com os detalhes de tudo que o álcool as fez passar, as coisas ruins que a bebida desencadeou em suas vidas, mas principalmente conta há quanto tempo está na irmandade e como as reuniões têm ajudado para que não aconteçam novas recaídas.
Os membros de A.A. sabem que jamais conseguirão beber controladamente e não mantêm a ilusão de que trocando a cachaça pelo uísque, cerveja ou vinho, possam transformar-se em bebedores sociais.
Para a recuperação do alcoolismo é preciso observar os 12 Passos sugeridos em todos os grupos de A.A. espalhados pelo mundo, que são na verdade uma série de atitudes e procedimentos que obtiveram total sucesso por todos aqueles que os experimentaram em seu trabalho de recuperação. Os passos começam com o óbvio, ou seja, com a admissão pelo alcoólico de sua impotência perante o álcool, que perdeu o controle de sua vida e nada pode fazer para sair dessa situação sozinho. Segundo o A.A., quem pratica os 12 Passos consegue viver uma vida longe das bebidas.
A.A. não cobra nenhuma mensalidade ou taxa obrigatória. Para fazer frente às despesas de sua própria existência, Alcoólicos Anônimos recorre à consciência de seus membros, através de uma coleta feita em cada reunião mediante uma sacola anônima, onde cada um tem liberdade de contribuir - ou não - com aquilo que puder.
Aliás, a liberdade total e portas sempre abertas são a principal característica da irmandade, onde para ser membro não é preciso sequer abandonar a bebida, mas apenas dispor-se, mesmo que sem palavras, a frequentar as reuniões e a tentar praticar as sugestões contidas em seu programa de recuperação, através dos 12 Passos.
Para ajudar as famílias que também são afetadas pelo alcoolismo existem os Grupos Familiares Al-Anon para adultos e Alateen para crianças e jovens até 21 anos, que tiveram origem em Nova York, nos Estados Unidos, e hoje estão presentes em mais de 100 países, totalizando cerca de 30 mil grupos em todo o mundo.
No Brasil, o Al-Anon existe desde 1965 e conta com mais de mil grupos para ajudar os familiares de alcoólicos que são afetados pela doença, pois, enquanto a obsessão do alcoólico é pela bebida, a obsessão dos familiares é controlar o uso dela. E essa situação afeta toda a família pela ansiedade, raiva e sentimentos de culpa que ocasiona.
As reuniões de Al-Anon ajudam outros familiares a encontrar a compreensão e recuperar a harmonia, pois todos seus frequentadores sabem o que é conviver com a incerteza e a insegurança que o alcoolismo traz.
Revista CompanySul - Ano 03 - Edição 29 - Setembro de 2009