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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Matéria Boletim Passe Adiante Área 33 MG

Para pensar...

1) Aplico os Passos em todas as minhas atividades?
2) Tenho mais facilidade em perdoar um membro de A.A. ou um familiar?
3) Reconheço minhas falhas para qualquer grupo social que faço parte?
4) Falo dos princípios da Irmandade sempre que tenho oportunidade?
5) Confio nos companheiros do meu Grupo-base?
6) Procuro trocar experiências com o meu padrinho, no meu dia a dia?
7) Consigo aplicar as Tradições na minha família?
8) Procuro ser servidor de confiança em todos os lugares?
9) Respeito a autonomia do familiar, salvo em assunto que diga respeito à família como um todo?
10) Sei que o bem-estar familiar deve vir em primeiro lugar?
11) Aceito que na família a responsabilidade final também é do grupo?
12) Procuro, na família, delegar tarefas ou sou centralizador?

O bem-estar que conseguimos com a prática dos princípios de A.A. pode ser estendido para todos os grupos sociais dos quais participamos.
Experimente e viverá momentos maravilhosos.
24 horas

Extraído do boletim
Passe Adiante
da Área 33 MG

quinta-feira, 16 de março de 2017

Alcoólicos Anônimos - simbolo do AA - escrito corretamente - logo do AA


Alcoólicos Anônimos - logo AA - Símbolo de AA 20 x 20 jpg


Alcoólicos Anônimos -  logo AA - Símbolo de AA 20 x 20 png

Estes SÍMBOLOS estão com a palavra RECUPERAÇÃO  escritas da forma correta.
símbolo do AA, Alcoólicos Anônimos

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Venha participar conosco - Hoje



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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Convite - Encontro de AA com Profissionais

 

Segue convite/cartaz, para divulgação.

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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

CONVITE TEMÁTICA ESPECIAL - TRAGA MAIS UM





ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

domingo, 5 de agosto de 2012

O Programa de Recuperação de Alcoólicos Anônimos na visão de um Profissional

clip_image001

imageDra. Sandra Lúcia de Oliveira Rodrigues da Silva

Psicóloga

Custódia Não-Alcoólica – Presidente da JUNAAB

A cooperação com a Comunidade Profissional é um dos objetivos de Alcoólicos Anônimos desde os primeiros tempos da Irmandade.

Uma das maneiras pelas quais os co-fundadores de Alcoólicos Anônimos conseguiram manter a sobriedade foi levando a mensagem de A.A. aos alcoólicos internados em hospitais.”

A Irmandade dos Alcoólicos Anônimos nasceu holística (do grego holos: o todo, inteiro, integro, completo). Antes do surgimento do tratamento de Alcoólicos Anônimos eram principalmente os médicos, os psicólogos e os clérigos que tentavam ajudar os alcoólicos a alcançar a sobriedade.

Bill W. e o Dr. Bob, co-fundadores, fizeram com que o eficiente tratamento de Alcoólicos Anônimos fosse um trabalho inclusivo; souberam sintetizar o que havia de melhor nos tratamento médicos, psicológicos e espirituais da época, acrescentando a eles a ajuda da empatia e compreensão que um alcoólico sente pelo outro, o conhecimento que têm do alcoolismo, de seus sintomas e consequências e da ajuda mútua que podem se dar.

Em “Três Palestras às Sociedades Médicas” por Bill W., co-fundador da Irmandade, Bill nos mostra como conseguiu ter uma compreensão profunda do essencial do trabalho feito na época com os alcoólicos e como esse essencial hoje faz parte do tratamento de Alcoólicos Anônimos.

Exemplo: Sobre o tratamento do médico e psicanalista Dr. Carl Gustav Jung. “Poucas pessoas sabem que as primeiras raízes de A.A. encontraram solo fértil há 30 anos em seu consultório médico”.

“Essa deflação profunda (do ego) é atualmente a pedra angular dos princípios de A.A. Ali, no consultório do Dr. Jung, esse princípio foi aplicado pela primeira vez”.

Sobre o trabalho do psicólogo William James: “Ebby me trouxe um livro intitulado “Variedades da Experiência Religiosa” e o devorei. Eu tive a formação de engenheiro e a visão autorizada do psicólogo significou tudo para mim. Esse renomado cientista da mente veio confirmar tudo o que o Dr. Jung havia dito e ele havia documentado exaustivamente tudo o que havia afirmado. Desse modo, William James confirmou os fundamentos pelos quais eu e muitos outros temos nos mantido sóbrios todos esses anos. Eu não tenho tomado nenhuma bebida alcoólica desde 1934”

Sobre a contribuição de seu médico, Dr. William D. Silkworth: após viver o estado de êxtase espiritual que deu início à sua sobriedade, Bill W. o contou ao Dr. Silkwort e sobre isso escreveu: - “Após interrogar-me cuidadosamente, assegurou-me de que eu não estava louco e que talvez tivesse tido uma experiência psíquica que poderia resolver o meu problema. Como um homem de ciência cético, que era até então, essa foi uma resposta compreensiva e sagaz. Se tivesse dito “alucinação”, eu poderia agora estar morto. A ele dedico minha eterna gratidão.

“Nessa conjuntura a primavera de 1935, o Dr. Silkwort advertiu-me de que eu havia esquecido tudo a respeito da deflação profunda do ego. Havia-me transformado em um pregador. E me disse: - “Por que você não coloca a dura realidade da medicina a estas pessoas antes de mais nada? Esqueceu o que disse William James sobre a profunda deflação do ego? Dá-lhes o fato médico, com toda clareza. Não lhes conte do “clarão”. Enumere extensivamente os seus sintomas, a fim de estabelecer uma profunda identificação. Se você agir desta forma, os seus candidatos poderão vir a adotar os singelos princípios morais que você vem tentando ensinar a eles. Aqui estava a contribuição vital para síntese. E uma vez mais foi feita por um médico”.

Sobre o grupo Oxford, diz Bill W.: O paciente, Sr, Roland escolheu o grupo Oxford da época como sua instituição religiosa. Terrivelmente castigado e quase sem esperança, entrou em grande atividade no grupo. Para suja alegria e assombro, prontamente cessou sua obsessão por bebida”.

Conclui Bill W.: “Porque nos entendemos e precisamos um do outro (Bill W. e Dr. Bob) estabeleceu-se uma reciprocidade pela primeira vez. Esse encontro marcou o fim da minha postura de pregador. Essa ideia da necessidade mútua, acrescida ao ingrediente final da síntese da medicina, religião e da experiência do alcoólico constitui agora Alcoólicos Anônimos”.

Alcoólicos Anônimos funciona principalmente através de reuniões locais, onde os alcoólicos ajudam-se mutuamente a usar o programa de recuperação de A.A.”

“Este programa é centrado principalmente nos Doze Passos, princípios baseados nas experiências de recuperação dos primeiros membros. Os Passos não são apenas uma maneira de se permanecer sóbrio, mas um programa de vida sugerido”.

Os Doze Passos de A.A. são um programa de vida tão bem sucedido que hoje mais de 150 tipos de grupos dedicados a doentes crônicos trabalham alicerçados pelos mesmos Doze Passos (Fumantes Anônimos, Neuróticos Anônimos, Comedores Compulsivo Anônimos, Narcóticos Anônimos, Diabéticos Anônimos, etc.). Extremamente inteligente Bill W. soube captar de profissionais e grupos os mais especiais da época a essência do que realmente ajudava em cada método de tratamento. Soube encadear o tratamento em uma ordem gradativa, crescente, convincente, curativa e irretocável. E foi iluminado ao perceber o alcance da ajuda mútua e o poder curativo do serviço que cada membro da Irmandade presta ao outro.

“Os profissionais que trabalham com alcoólicos compartilham um trabalho comum com A.A.: ajudar o alcoólico a deixar de beber e a levar uma vida produtiva e saudável”.

Como profissional da psicologia, observo em meu trabalho diário com clientes, drogadictos ou não, que a essência do atendimento psicológico tem pressupostos muito semelhantes ao trabalho de recuperação de A.A.

Observo que Alcoólicos Anônimos tem dois pontos básicos comuns com o grupo terapêutico: ambos são semi-fechados, os participantes podem interromper o tratamento a qualquer momento e novos membros podem vir a fazer parte, tanto de um grupo terapêutico como de um grupo de A.A., mas de um grupo terapêutico só participará o cliente que for selecionado pelo terapeuta e do grupo de A.A. só participará o doente alcoólico que deseja parar de beber.

Além disso, é pressuposto básico e essencial dos dois tipos de grupo a regra do sigilo: o que for ouvido em um grupo terapêutico ou em um grupo de A.A. deve morrer ali.

Tenho observado, em relação aos Doze Passos, que:

Primeiro Passo: A maioria dos clientes fez múltiplas tentativas de sozinhos reorganizar e re-orientar suas vidas em novas bases mais satisfatórias, antes de verificar que não o conseguiriam e enfim se considerar impotentes frente à transformação pretendida e buscar a terapia...; da mesma forma, também muitos alcoólicos tentaram inúmeras vezes aprender a beber contidamente ou parar de beber sozinhos antes de procurar a Irmandade, onde as vezes chegaram já no fundo do poço.

Segundo Passo: Quando se vê impotente para transformar sozinho a sua vida como gostaria, o cliente procura o psicólogo confiante de que este poderá ajudá-lo; da mesma forma, quando se vê impotente frente ao álcool e encontra à sua volta, em A.A., muitos alcoólicos sóbrios e felizes, o alcoólico recém-ingressado se dispõe a acreditar – hesitante ou resolutamente que há um Poder Superior que poderá ajudá-lo a se manter sóbrio mesmo que este poder seja o de seu grupo de Alcoólicos Anônimos.

Terceiro Passo: Aí o cliente finalmente procura o terapeuta que escolheu, pede que ele o atenda, aceita que o atendimento seja feito em determinado horário, paga pelo atendimento o combinado e se dispõe a seguir as regras que norteiam o atendimento individual e as de grupo terapêutico; da mesma forma, o alcoólico que ingressou em Alcoólicos Anônimos se entrega finalmente ao Poder Superior, na forma em que ele O concebe e aceita as regras de funcionamento de Alcoólicos Anônimos.

Quarto Passo: Em cada sessão individual ou de grupo o cliente foca basicamente sua vida passada e presente, seus conflitos, dificuldades e seus desejos e receios futuros; a terapia só evolui quando o cliente abandona a posição de vítima e assume a responsabilidade pela sua vida; da mesma forma, o membro de Alcoólicos se dispõe a, por escrito, fazer um minucioso e destemido inventário moral dele mesmo assumindo a responsabilidade por seus atos e escolhas.

Quinto Passo: Na sessão terapêutica o cliente explicita muitas conquistas e alegrias, mas também muitos receios, mágoas, falhas, limites e dificuldades. É muito importante que o cliente de psicologia procure para ouvi-lo, um profissional competente e com experiência no tratamento a que se propõe; da mesma forma, o quinto passo de quem segue o programa de vida de A.A. consiste em admitir perante Deus, perante ele mesmo e perante outro ser humano que pode ser, por exemplo, um companheiro, um terapeuta ou um clérigo a natureza exata de suas falhas.

“Esta pessoa poderá estar inteiramente desligada de Alcoólicos Anônimos, por exemplo, seu preceptor religioso ou seu médico. Para alguns de nós, uma pessoa totalmente estranha poderá ser a melhor escolha”. (De: os Doze Passos e as Doze Tradições).

Sexto Passo: Há um momento na terapia em que o cliente começa a admitir abrir mão de alguns “problemas de estimação” que insistia em conservar; da mesma forma, o membro de A.A. começa a se prontificar a deixar que Deus remova todos os seus defeitos de caráter.

Sétimo Passo: Há um momento na terapia em que o cliente quer se aprofundar em assuntos que negava ou de que fugia; de forma semelhante, o praticante dos Doze Passos se desapega de suas falhas e roga humildemente ao Poder Superior pedindo que o livre de duas imperfeições.

Oitavo Passo: Ao focar seu passado, presente e futuro, o cliente de terapia, com frequência, percebe que causou danos de diversas espécies, se arrepende disto, tenta reparar o mal que causou e se dispõe a tentar a não repetir aquele tipo de ação ou de atitude; da mesma forma, o membro de A.A. relaciona as pessoas às quais prejudicou e se dispõe a reparar os danos a elas causados.

Nono Passo: O cliente de terapia com frequência percebe que não pode fazer reparações diretas a todos as pessoas a quem prejudicou, há situações em que seu arrependimento só será ouvido pelo terapeuta , mas suas ações, com certeza, se transformarão; da mesma forma, o membro de A.A. fará reparações diretas por danos causados a outros, sempre que possível.

Décimo Passo: A investigação própria e permanente torna-se um hábito regular para o cliente de terapia; o mesmo acontece com o membro de A.A. que passa a admitir, aceitar e tentar corrigir, pacientemente, os defeitos no seu cotidiano.

Décimo Primeiro Passo: O cliente de terapia torna-se melhor companhia para si mesmo: há momentos em que busca a serenidade através da introspecção, do silêncio e de um melhor contato consigo mesmo; passa a aceitar melhor a dificuldade e a tentar lidar melhor com elas; o membro de A.A. pratica a meditação e a oração como vias para um Poder Superior, recebe melhor e lida melhor com as dificuldades da vida.

Décimo Segundo Passo: O cliente que persiste no tratamento terapêutico transforma a sua vida cotidiana, transmite uma mensagem positiva através do exemplo e passa a convencer mais pelo exemplo que pelas palavras; aumenta sua necessidade de viver uma vida mais útil para a sociedade e a ajudar pessoas que sofrem; de forma semelhante, o membro de A.A. que pratica este Passo vê a resposta para seus problemas e tenta praticar os princípios de alcoólicos Anônimos em todas as suas atividades; ajudar a quem precisa passa a ser seu maior prazer.

Conclusão: Fico maravilhada ao ver a abençoada eficácia alcançada pelos primeiros AAs: o método de recuperação que criaram, a partir de seu amor pelo outro, sua inteligência, sua experiência e, sem dúvida, da graça advinda do Poder Superior, fez com que esta fraternidade pouco tenha mudado nos seus abençoados anos de vida.

Em 1935, a fraternidade Alcoólicos Anônimos começava com o auxílio mútuo que Bill W. e Dr. Bob S. se prestavam. Esse auxílio transbordou para milhares de outros alcoólicos que se tornaram sóbrios e garantiu a sobriedade dos membros de A.A., os Alcoólicos Anônimos não têm governantes, só tem membros servidores. E conseguiram tudo isto ancorados:

· Nos singelos Doze Passos, essência do Programa de Vida sugerido por A.A., princípios baseados nas experiências de recuperação dos primeiros membros.

· Nas Doze Tradições, princípios de conduta sugeridos que garantem a sobrevivência e o crescimento de A.A. como um todo.

· Nos Doze Conceitos, uma interpretação da estrutura de Serviço Mundial de Alcoólicos Anônimos.

Parabéns, Alcoólicos Anônimos, nestes anos de vida profícua e abençoada. E parabéns para nós, amigos de A.A. e seu programa de vida. Que muito trabalho nos espere!

Bibliografia: Livros: Alcoólicos Anônimos, Os Doze Passos e as Doze Tradições, livretos e publicações diversas de A.A., especialmente “Três Palestras às Sociedades Médicas”, Se Você For um Profissional, Falando em reuniões de não-alcoólicos e Alcoólicos Anônimos em Instituições de Tratamento.

Revista Vivência - Edição nº 123 - pág. 52

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

REUNIÃO CORUJÃO NO GRUPO ARAÇÁS - SEXTA FEIRA, 03 DE AGOSTO

QUEM FOR PERNOITAR NO LOCAL,

FAVOR CONFIRMAR PRESENÇA ATÉ DIA 30 DE JULHO

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

quinta-feira, 28 de junho de 2012

TEMÁTICA SEXTA TRADIÇÃO - 29/06/2012

A RELAÇÃO DIRETA DESTA TRADIÇÃO COM O SEXTO PASSO.
VENHA COMPARTILHAR CONOSCO!

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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

terça-feira, 19 de junho de 2012

AOS PROFISSIONAIS - ENCONTRO DE AA NO ES.



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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

TEMÁTICA COM VIDEO-DEBATE



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ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
GRUPO ARAÇÁS
Rua Caracas, 103 - Araçás - Vila Velha - ES - CEP: 29103-540
Reuniões: Segunda, terça, quarta e sexta 19:30h.
(Próximo ao Maderauto Material de Construção)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

REUNIÃO DE CTO DO DISTRITO IX - ÁREA 21

 
CONVOCAÇÃO/CONVITE
“Não importa quão diferentes sejam nossos interesses pessoais, estamos todos unidos pela RESPONSABILIDADE comum... transmitir a mensagem ao alcoólico que ainda sofre.”
As Doze Tradições Ilustradas.
O Coordenador do CTO do Distrito IX, no uso de suas atribuições convoca: os REPRESENTANTES DE CTO DOS GRUPOS (RCTO), na ausência o respectivos Suplentes de RCTO; o Secretário e o Tesoureiro do Distrito IX; Convida o/a Delegado/a de área biênios 2012/2013 e 2011/2012 ; o Coordenador de CTO da Área e todos/as companheiros/as interessados no Terceiro Legado – Serviço - para uma Reunião de Unidade a realizar-se:
Data: 16 de junho de 2012.
Horário: Início às 15:00 horas e término no máximo às 18:00 horas.
Local: Sala de Reuniões do GRUPO ALVORADA - Rua: JONAS REBOUÇAS, 104, Sala 04, Setor 07 - IBES.
AA-muito-mais-que...
Pauta:
    • Leitura da Pauta e da Ata da Reunião Anterior.
    • Atualização da informação quanto às atividades em andamento e futuras.
    • Distribuição de atividades aos Grupos
    • Relatório dos RCTO’s.
    • Outros Assuntos.
1. OBS: CASO O GRUPO AINDA NÃO TENHA ELEGÍDO O RCTO, POR GENTILEZA ENCAMINHE UM REPRESENTANTE.
 
 
Secretário do Distrito                                                                                                                  CTO do Distrito IX

Alcoólicos Anônimos – 77 anos.

Dom, 10 de Junho de 2012  - Matéria publicada no site: http://www.aguasdepontal.com.br/artigos/418-alcoolicos-anonimos-77-anos.html


No dia 10 de junho de 1935, na cidade de Akron, Estado de Ohio, nos Estados Unidos da América do Norte, começa ser escrita a história de Alcoólicos Anônimos.

Com singela grandeza, exuberante beleza, salvando e restaurando vidas, chega aos setenta e sete anos. É dela que fazem parte homens e mulheres um dia condenados ao desterro, destruídos moral, material, emocional e espiritualmente. Hoje, revigorados, ressuscitados para a vida, amantes da paz, fazedores do bem, servos de um Poder Superior, escolhido a gosto de cada um – para a maioria um Deus Amantíssimo – que os ampara um dia de cada vez, transformando a vida, apesar das dificuldades, num espetáculo fascinante e imperdível.
Com reuniões grupais estão presentes em quase todos os países do nosso planeta. Virtualmente, através da internet, em todo o mundo.
O anonimato é patrimônio de cada membro. Não se revelam publicamente ou na mídia, em respeito as suas tradições. Elas recomendam os princípios em detrimento às personalidades. O importante é o que se faz e não quem faz.

Nós de A.A. somos homens e mulheres que descobrimos e admitimos ser incapazes de controlar o álcool. Precisamos viver sem ele, a fim de evitar a ruína para nós mesmos e para os que nos são preciosos.
Nosso único e fundamental propósito é mantermo-nos sóbrios e atender àqueles que procuram nosso auxílio, ajudando-os a alcançar a sobriedade.
Não somos reformadores nem estamos ligados a qualquer grupo, causa ou filiação religiosa. Não temos desejo algum de tornar o mundo abstêmio. Não recrutamos membros. Evitamos impor nossos pontos de vista e só nos pronunciamos sobre eles quando solicitados.
Une-nos um problema comum: o álcool. Encontrando-nos, trocando ideias, ou ajudando outros alcoólatras, podemos, de algum modo, permanecer sóbrios e eliminar a compulsão pela bebida que outrora foi a força dominante em nossa vida.
Conquanto não haja uma “definição de A.A.” formal do alcoolismo, concordamos, na maioria, tratar-se de uma compulsão física aliada a uma obsessão mental. Com isso queremos dizer que tínhamos um desejo físico, bem distinto, de consumir álcool além do que podíamos controlar e em desafio a todas as regras do bom senso. Tínhamos não só um desejo anormal pelo álcool, como ainda frequentemente sucumbíamos a ele nas piores ocasiões. Não sabíamos quando (ou como) parar de beber. Muitas vezes não tínhamos sensatez bastante para saber quando não começar.
Hoje admitimos que o alcoolismo, ao menos pelo que nos tange, é uma doença progressiva, que jamais pode ser “curada”, mas que, como outras enfermidades, pode ser estacionada. Concordamos que não há nada vergonhoso em estar-se doente, desde que se encare o problema com honestidade e procure solucioná-lo.
Compreendemos agora que, uma vez que uma pessoa cruze a invisível fronteira entre um forte hábito de beber e o alcoolismo compulsivo, será sempre um alcoólatra. Pelo que sabemos, nunca mais poderá voltar ao hábito social (normal) de beber. “Uma vez alcoólatra, sempre alcoólatra”. É um simples fato com o qual temos que conviver.
Nossa experiência em A.A. ensinou-nos duas coisas importantes. Primeira: os problemas básicos que os alcoólatras enfrentam são os mesmos, tanto para os que esmolam para beber uma pinga quanto para os que exercem elevadas funções em grandes empresas. Segunda: agora compreendemos que o programa de A.A. de recuperação funciona para quase todo o alcoólatra, se este honestamente quer que funcione, não importa qual o seu nível social ou sua experiência com a bebida.
Também começamos a nos perguntar o que seria necessário fazer para permanecermos sóbrios, quanto custaria ser membro de A.A., quem “dirigia” a sociedade no plano local e internacional. Logo descobrimos que não há imposições, que ninguém é obrigado a seguir qualquer ritual ou padrão de conduta. Aprendemos também que não são cobradas taxas ou mensalidades de espécie alguma. As despesas com as salas de reuniões, com o café e com outros gastos são cobertas por meio de coleta que não é obrigatória.
Percebemos que Alcoólicos Anônimos não tem dirigentes, apenas servidores que cuidam de assuntos essenciais à unidade da Irmandade e que se revezam periodicamente, não existindo “chefes”.

Parte do depoimento de um participante da Irmandade de Alcoólicos Anônimos, gravado, com autorização, em reunião de grupo:
Ouvi falar sobre Alcoólicos Anônimos no manicômio onde me internei em 1983. Achava que só um “louco” poderia ser protagonista da vida que levava. Nos dois anos seguintes, ainda bebendo, nunca mais consegui fazê-lo "sossegado". Parecia que alguém me observava e aí começou a fase em que parti para o submundo da periferia, onde ninguém me conhecia e em qualquer boteco eu era o "rei".
Ainda tinha dinheiro, pagava a bebedeira de "todo mundo" e era insolente. Não dormi na rua, na calçada, na sarjeta, porque, ou entrava no carro ou me jogavam lá dentro.
Foi assim que em 27 de junho de 1985 fui encontrado pela minha filha, às 10h00 (da manhã), dormindo. Bem próximo havia um "orelhão". Liguei e pedi socorro. Na minha carteira, num pequeno papel, constava o número do telefone da pessoa que me socorreu e que dois anos antes me abordara, pois, conhecia minha saga desde o internamento em 1983.
Naquele mesmo dia, às 19h30, fui levado por aquela pessoa a uma sala de reuniões dos AAs. Ela fazia parte da Irmandade.
Depois de várias reuniões entendi que a minha dependência física e a obsessão mental pelo álcool eram tamanhas, que não haveria solução só com a minha vontade e que somente um ato da "Providência" poderia me salvar. Não se tratava mais de parar de beber. Era preciso acontecer o milagre da "ressurreição". Acreditei no milagre.
Comecei a distinguir o dia da noite, comecei a segurar uma xícara na mão, consegui escrever e a caligrafia voltou a ser bonita. Reaprendi que o ano tem quatro estações, que o sabiá canta de outubro a janeiro. Nas ruas me deparava com novos modelos de carros, que não sabia que existiam. Voltei a sentir frio e calor e o cafezinho era saboroso. Aliás, em poucas semanas assumi a cozinha do grupo, fazia e servia café e todos diziam que nunca haviam tomado café tão bom.
Entendi mais tarde que nasci alcoólatra, ou possível portador da doença do alcoolismo. Já aos 13 anos bebia quatro a cinco doses de vodka com refrigerante, enquanto meus amigos (meninos como eu) mal conseguiam tomar uma dose.
Embora tenha constituído família, construído uma carreira brilhante, meu "norte" sempre foi o álcool, ou seja, tinha que estar sempre presente no dia-a-dia e sutilmente evoluiu ao longo de 25 anos até a derrota total.
Não confundo espiritualidade com religião, nem religiosidade. Sei que absorvi espiritualidade. Não sei a intensidade. Só sei que quando ouço, falo, escrevo sobre Alcoólicos Anônimos e convivo com os AAs. sinto leveza no coração e paz nunca dantes vivida. Está dentro de mim. É difícil descrever, porém, é maravilhoso.
No balanço da vida, entre erros e acertos, sobras e perdas, no embate direto materialista, não há dúvida, saio perdendo, embora tenha nascido sob a aura do bem e procurado praticar o bem.
Tenho, porém, uma verdade inquestionável: minha vida adquiriu sentido a partir de Alcoólicos Anônimos. Não existe nenhum fanatismo, é puro amor, por uma filosofia, uma causa, um objetivo, enfim. . . acho que só eu entendo, sem pretender, jamais, ser melhor do que ninguém.
No dia 10 de junho próximo, Alcoólicos Anônimos, completa 77 anos de existência. Quero dizer algumas palavras mais especiais para agradecer.
“Quero fazer da vida um gesto de querer bem, que se prolongue através do espaço e do tempo. Quero fazer da vida uma esperança para os que perderam as forças, uma luz para os que tropeçam na noite, uma sombra para os que se arrastam ao sol, um aceno do alto para os que procuram o caminho, um encontro para os que vivem na solidão.”
Agradecer porque tenho bons amigos, que me ouvem, abrem os braços, dizem coisas que há muito ignorei;
Agradecer porque sou depositário de boas novas, desejos plausíveis, sonhos quase reais;
Porque sinto que o imaginário perdeu o encanto, que a realidade, mesmo que, às vezes cruel, incentiva-me a lutar pela fuga da insanidade;
Porque vivo momentos intensos e sublimes de credulidade e fé;
Porque sei que os valores morais foram reconquistados, que a sabedoria perdida vai chegando e, de repente, vejo que sou capaz;
Porque a mansidão e a ternura têm substituído com folga, a raiva e o ódio;
Meus passos não são mais medrosos;
Minha fé abre as alas da escuridão. Há luz. Muita luz;
Não sou mais aquela folha seca jogada e abandonada pela brisa. Encontrei o meu descanso. Estou no meu lugar;
Escapei da morte. Deixei de beber.
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Notas do editor: http://www.aguasdepontal.com.br/artigos/418-alcoolicos-anonimos-77-anos.html
Contatos de Alcoólicos Anônimos (entre outros)
www.alcoolicosanonimos-pr.org.br
www.alcoolicosanonimos.org.br
www.aa.org
www.aasobriedade.org
www.aabr.com.br
As partes deste artigo destacadas em fonte itálica foram extraídas da literatura oficial de A.A.
O membro da Irmandade, que relatou parte de sua história pessoal, destacada em negrito, é amigo particular do editor.

terça-feira, 12 de junho de 2012

sábado, 9 de junho de 2012